O Método IFC é uma abordagem proprietária de diagnóstico e transformação cultural, desenvolvida ao longo de mais de uma década de prática em organizações de alta complexidade.
Toda organização tem duas culturas.
A primeira é declarada: aparece em manuais, em discursos de liderança, em comunicados internos. É a cultura que a organização gostaria de ter.
A segunda é a cultura real: vive nos corredores, nas reuniões informais, nas decisões silenciosas. Manifesta-se em pequenos gestos, em padrões repetidos de comportamento, em rituais que ninguém escreveu mas todos seguem.
Quando essas duas culturas se afastam, a organização adoece. Quando se aproximam, transformação se torna possível.
O trabalho do Método IFC é escavar a segunda camada — não para julgá-la, mas para compreendê-la. Só compreendendo a cultura real é possível desenhar uma transformação que dure.
Modelo de três níveis culturais — artefatos, valores declarados e pressupostos básicos. A fundação clássica para entender cultura organizacional.
Sete níveis de consciência organizacional. Ferramenta para mapear o estágio de desenvolvimento cultural de uma empresa.
Pesquisa aplicada à transformação. Metodologia rigorosa para conectar diagnóstico, intervenção e mensuração.
Instrumento de análise de artefatos culturais desenvolvido pela autora ao longo de mais de uma década de prática em organizações de alta complexidade.
Mapeamento de artefatos culturais visíveis e invisíveis. Entrevistas, observação participante, análise de rituais e comunicações.
Análise da distância entre cultura declarada e cultura real. Identificação de pontos de tensão, contradições e oportunidades.
Desenho da transformação com lideranças e times. Definição de comportamentos-chave, rituais novos e indicadores culturais.
Implementação acompanhada, capacitação de líderes-multiplicadores e mensuração contínua. Cultura como prática, não como projeto.
"Cultura real não se transforma com discurso. Transforma-se com método."